Quem já passou por uma fase de muito estresse sabe: o pescoço endurece, os ombros sobem, a lombar reclama. E quem convive com dor há meses sabe o contrário: a dor cansa, tira o sono e mexe com o humor.
Um caminho de mão dupla
A dor não é só um sinal que sai do músculo ou da articulação. O cérebro interpreta esse sinal, e o estado emocional influencia essa leitura. Ansiedade, tristeza e noites mal dormidas tendem a deixar o corpo mais sensível. Ao mesmo tempo, a dor persistente limita atividades, isola e aumenta a preocupação.
Essa relação entre desempenho físico, dor e estado emocional foi tema da pesquisa de doutorado do Dr. Edson Tangerino, e é a base da proposta da MoviMente.
Por que cuidar dos dois lados
- A fisioterapia trata o movimento, a postura e a dor no corpo.
- A psicoterapia oferece espaço para entender o que pesa por dentro: ansiedade, luto, conflitos, cansaço emocional.
- Quando os dois cuidados acontecem juntos, com conversa entre os profissionais (sempre com o seu consentimento), fica mais fácil enxergar a pessoa por inteiro.
Isso não quer dizer que toda dor é "emocional", nem que todo sofrimento emocional vira dor. Cada caso é avaliado com cuidado, pelo profissional certo.
Este texto é informativo e não substitui uma avaliação individual.

Fisioterapeuta · CREFITO-3 número a inserir

Psicóloga · CRP 06/160155